terça-feira, 17 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda-roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou.
Caio Fernando Abreu
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Sossega menina.
"A solidão às vezes é tão nítida como uma companhia.Vou me adequando,vou me amoldando.Nem sempre é horrível.Ás vezes é até bem mansinha.Mas sinto tão estranhamente que o amor acabou.(...)Repito sempre:sossega,sossega - o amor não é para o teu bico."
Caio F.
Pra mim também, por favor.
"É garçon, não entendeu errado não.
Um amor sem gelo, copo triplo, bem misturado, mas sem gelo !
Certas coisas prefiro quentes, o amor é uma delas."
Caio F.
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